A cantora e compositora Dolly Parton morreu aos 80 anos na terça-feira (25), em Nashville, nos Estados Unidos. A artista tratava um câncer no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, hospital onde deu entrada no dia 21 de agosto. Bryan Seaver, sobrinho da cantora e chefe de sua equipe de segurança, confirmou o falecimento.
Além disso, a equipe enviou uma nota oficial à revista People para informar que os familiares acompanharam a cantora em seus últimos momentos. Nesse comunicado, os representantes destacaram a bravura de Parton durante o tratamento, assim como o legado de integridade e esperança construído por ela ao longo das décadas.

Histórico de saúde e rotina recente
A saúde da artista exigia cuidados desde março de 2025, momento em que o marido dela, Carl Dean, faleceu. Por causa desse luto e do impacto na saúde física e emocional, Parton cancelou uma residência de shows em maio de 2026. A estrela era viúva e não deixou herdeiros diretos.
Anteriormente, em 2020, a cantora explicou em entrevista a Oprah Winfrey a decisão tomada junto ao marido de não ter filhos. Segundo o relato da artista, essa escolha permitiu a liberdade necessária para manter a rotina intensa de compromissos globais e turnês.
Entretanto, Parton canalizou o cuidado com o próximo para causas sociais ao fundar a Imagination Library em 1995, projeto que distribui livros infantis gratuitamente pelo mundo. Da mesma forma, a cantora mantinha laços familiares profundos e considerava a afilhada Miley Cyrus como uma filha.




